
Mateus Córdova de Souza
Psicanálise e Psicologia clínica
CRP 12/24880
Sobre​​
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Psicanalista em constante formação, atualmente no Instituto Clínico de Psicanálise de Orientação Lacaniana de Santa Catarina - ICPOL.
Psicólogo clínico graduado pela UFSC, especializado em Psicanálise com Crianças e Adolescentes pelo Instituto de ESPE.
Desenvolvo pesquisas com interlocução entre a clínica e a literatura.
Possuo experiência no tratamento de pessoas cujas queixas se relacionam às experiências de ansiedade, depressão e sexualidade, bem como às especificidades das pessoas da comunidade LGBTQ+.
Numa psicanálise, interessa-me escutar o que é singular de cada sujeito com respeito à sua história de vida.

Serviços
Tratamento psicanalítico
Partindo da orientação freudo-lacaniana, o tratamento psicanalítico busca a singularidade de cada sujeito, tratando suas questões através da fala livre e sem julgamentos e da escuta clínica.
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Atendimento presencial
Os atendimentos presenciais são a melhor opção para os moradores da região de Florianópolis. O consultório oferece privacidade e um ambiente confortável próximo da UFSC, no bairro Trindade.
Acolhimento psicológico
O acolhimento oferece a escuta clínica qualificada, com respeito à história do paciente. Configura-se ainda como porta de entrada ao início do tratamento diante uma situação em que o sujeito se vê sem recursos diante do desamparo.
Atendimento online
O atendimento online é a possibilidade de realizar o tratamento a partir de outras cidades e países. Com dia e horário previamente agendados, realizamos uma videochamada para transcorrer as sessões.
O tratamento pela fala
O que se faz numa psicanálise? A primeira resposta é a mais óbvia: do lado do paciente, se fala, enquanto o analista escuta.
Mas em cada tratamento testemunhamos a criação de um vínculo inédito que também é veículo do tratamento. É através deste vínculo/veículo que o paciente pode transferir suas lembranças, pensamentos, ideias e afetos ao analista. A isto, Freud chamou de transferência.
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Desde a linguagem popular, o ato de falar guarda o sentido de botar algo para fora. De outro modo, a conhecida expressão de "nó na garganta" traduz algo que o sujeito gostaria de dizer mas ainda não conseguiu. Por isso, uma das primeiras pacientes de Freud comparou o tratamento pela fala com uma limpeza de chaminé e o chamou de talking cure (cura pela fala), removendo cinzas e fuligens que estreitavam a ventilação e contaminavam o ar.
A análise é um espaço seguro para falar livremente, onde o analista estará sustentando a escuta, levando a sério o que se diz com respeito à sua história. ​O analista devolve ao paciente aquilo que escutou de sua fala, abrindo caminhos para recalcular as rotas de vida, olhar (e ouvir) o seu mal estar e o próprio desejo.
O que se faz em análise é uma criação, uma escultura própria balizada pelo desejo. E uma criação pode ser muitas coisas. Certamente é um campo aberto, inédito e singular. A análise é para quem deseja descobrir e se aventurar numa jornada em que não se promete nada, mas se aposta com vontade.​
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Aos que curtem os desvios da vida, aos que não esperam o destino enfadonho e preditivo, fica o convite para uma conversa que pode ser o início deste caminho.
"[A palavra] é um instrumento poderoso; é o recurso pelo qual comunicamos nossos sentimentos uns aos outros. [...] Palavras podem ser extremamente benfazejas e podem ferir terrivelmente." - Freud, 1926.